A arte de curar está custando para chegar ao
Ocidente, onde se dá ênfase ao lado mais
material da questão.
Nas palavras de Samuel Hahnemann*, o fundador da Homeopatia, curar é uma arte. (Leia também o capítulo Remédios... e remédios). Tenho refletido muito sobre isso e formei uma imagem da arte de curar: uma atividade que integra o saber, a inteligência, a intuição, a pesquisa e até o imprevisto. Imprevisto, sim!
Ocorreu um caso pitoresco com Iara, aos dois anos de idade. Estávamos efetuando reformas em casa, respirando poeira dia e noite. Ela ficou com tosse e resfriado, e lá pela meia noite acordou chorando, com febre alta. A região dos pulmões estava em brasa. Naquela época eu costumava usar folhas de repolho sobre as áreas quentes do corpo, bem macetadas, para absorver o calor da febre. Quando Iara viu o repolho, arregalou os olhões e perguntou: É pôio, mãe? Posso comer?
Fiquei surpresa com a disposição de uma criança de dois anos - que havia rejeitado alimentação sólida durante todo o dia - comer repolho à meia noite...
Pensei e deixei. Como um coelhinho, Iara mastigou com visível prazer e alívio QUATRO folhas de repolho, em seguida adormeceu tranquilamente e só acordou no dia seguinte, sem febre, tosse ou mal-estar.
Este caso não me animou a fazer uma campanha de propagação das extraordinárias propriedades nutritivas e curativas do repolho - aliás divulgadas de sobra em livros e revistas naturistas. A lição que aprendi é que cada caso é um caso e que deve-se ter sempre à mão um leque de alternativas, permitindo ao próprio organismo algumas aparentes excentricidades, com bom senso e moderação.
A arte de curar ainda não chegou ao Ocidente. Aqui, dá-se ênfase à medicina como ciência (como se fosse uma ciência exata...), ao lado mais material da questão. Até a psiquiatria, que lida com a parte mais sutil do ser humano, resume-se muitas vezes ao tratamento com medicamentos químicos.
Até alguns anos atrás, a disritmia cerebral infantil era considerada um monstro que poderia causar danos irreparáveis ao organismo e era rigorosamente controlada com medicamentos fortes, até a idade adulta. Hoje acredita-se que tudo não passou de um mal-entendido e que, na maioria dos casos, a disritmia é uma mera característica física, como a cor dos cabelos e dos olhos... Este tipo de situação é frequente. Vira e mexe, uma posição comprovada cientificamente é revogada por outra que até então lhe era oposta, também em nome da ciência! Há, em tudo isso, a marca do progresso, no entanto, acredito que a saúde só poderá se tornar universal, neste planeta, quando a medicina tiver se tornado uma verdadeira arte.
A ciência é sem dúvida um componente essencial da arte de curar, mas não o único. Aliás, a palavra ciência costuma ser pronunciada pomposamente, como se fosse algo definitivo e incontestável, o que é absurdo, pois os conhecimentos que absorvemos da natureza são reelaborados pela nossa pequena inteligência e muitas vezes revogados após algumas décadas ou até séculos, por isso não podem ser considerados definitivos. Acredito que estamos inseridos em um contexto muito mais grandioso, harmonioso e perfeito do que conseguimos enxergar.
O princípio da eletricidade, por exemplo, tornou-se uma conquista duradoura. No entanto, a partir dessa descoberta, fenômenos ainda mais sutis foram observados e estudados, assim outras fontes de energia já estão pautando nossas vidas.
Ciência é, portanto, um conceito que avança com a velocidade da luz. Jayme Landmann*, em Medicina não é saúde, faz uma análise do comportamento do médico através dos tempos e nos mostra que, em geral, esse sempre foi um profissional mais preocupado com as elites do que com o povo em geral. E que sempre valorizou os sintomas, deixando a prevenção em segundo plano. Uma exceção interessante ocorreu na China antiga, onde o médico recebia periodicamente honorários de seu paciente, desde que o mantivesse com saúde. Em caso de doença, o paciente suspendia o pagamento e o médico perdia inclusive o prestígio. Tratava-se de uma espécie de seguro-saúde que dava total garantia ao cliente.
Se esse método tivesse vingado e se tornado a medicina universal, o médico seria hoje em primeiro lugar um transmissor de conhecimentos e consultor do paciente, que cedo ou tarde aprenderia a se cuidar sozinho. Com isso, a medicina como profissão não acabaria, seria porém voltada mais para a saúde do que para a doença. Mas chega de fantasia: esse método não teria mesmo vida longa, principalmente no ocidente...
O Dr. Landmann, grande cientista social da medicina, afirma que a solução para a saúde da humanidade não pode ser o transplante cardíaco para todos. Essa brilhante citação dispensa explicações. Seus livros são admiráveis pela lucidez e pela coragem de denunciar as causas primeiras da doença no mundo de hoje: a desnutrição (que nada tem a ver com peso e altura), a falta de higiene e saneamento, a poluição industrial e urbana, a vida sedentária, o estresse, o desemprego (quem diria?...) etc.
Enquanto a medicina tende a culpar o próprio indivíduo ou a família pela doença, alegando que seus problemas são congênitos, hereditários, etc., Jayme Landmann demonstra que na maioria dos casos existem causas sociais; que em cada época, em cada coletividade e grupo foram se desenvolvendo doenças típicas, depois substituídas por outras, à medida que a sociedade ia se modificando.
A coragem desse médico revolucionário é tamanha, que já na década de 70 ele apontava a medicina de grupo, no Brasil, como instrumento nas mãos das elites. O indivíduo, sentindo-se amparado por uma assistência médica cara, sofisticada e confortável, não percebe que o próprio sistema ameaça a sua saúde.
Não se trata aqui de uma acusação à integridade do médico. Apenas, faltaria a esse profissional uma consciência política, uma noção clara do tamanho do seu poder, pois desde a faculdade ele é orientado principalmente para ser um cientista de aprimorada tecnologia. Tanto que a maioria dos professores nas faculdades de medicina, segundo Landmann, são sumidades de conhecimento científico, mas poucos praticam a medicina ou se interessam pelo aspecto social da assistência médica.
Agora vem aqui os palpites da im-paciente Giulia, esta figura delirante que gosta de meter o nariz em tudo... rs Principalmente no Brasil, o estudante de medicina é em geral filho da classe dominante, caso contrário não conseguiria financiar seus longos estudos e ao mesmo tempo se sustentar. Além disso, o exercício da profissão promete ao médico uma posição econômica e social de elite, num país com enormes contrastes de classe, sendo portanto uma carreira das mais procuradas nas classes favorecidas econômica e socialmente. Um mecanismo inconsciente de autopreservação poderia impedir ao médico que abrisse os olhos para os problemas sociais que influem sobre a saúde e que evitasse lutar contra aquela mesma sociedade que o sustenta e lhe proporciona um futuro de sucesso...
Em alguns países da Europa, onde o estudo da medicina é acessível a pessoas que pertencem a classes sociais menos favorecidas e habituadas a um padrão de vida menos exigente, o médico tem mais facilidade para perceber quando está sendo manipulado pela sociedade e reage rejeitando certos esquemas propostos por laboratórios farmacêuticos ou grandes corporações.
Aproveito aqui para falar desse assunto polêmico que foi a contratação de médicos cubanos para suprir as deficiências do interior de vários estados do Brasil, para onde se recusam a ir os profissionais habituados a um padrão de vida mais exigente. O povo cubano, independentemente do regime político em vigor, que não vem ao caso julgar aqui, leva uma vida simples e voltada para o conhecimento, o que se reflete na qualidade da sua educação, em todos os níveis. A medicina cubana é sim sofisticada, mas principalmente baseada na prevenção, e é isso que a torna extremamente eficaz.
A Arte de curar é uma prática milenar que nasceu no oriente, mas já foi bastante difundida no ocidente, a partir da década de 60. Neste mundo globalizado, onde tudo tende a se misturar, temos que abrir os olhos para novos rumos. Além do brasileiro Jayme Landmann, de quem já falei bastante aqui, outros visionários tem surgido em várias partes do mundo para trazer um legado que está começando a revolucionar o conceito de saúde.
Na década de 70, o israelita Moshe Feldenkrais* desenvolveu o método chamado Consciência pelo movimento, baseado num estudo profundo do desenvolvimento da personalidade, que permite recuperar a saúde através do autoconhecimento e de movimentos simples, mas de grande eficácia. Realmente, praticar Feldenkrais é uma arte! Hoje, esse método está sendo divulgado no Brasil pela Dra. Kelly Lemos, fundadora do Movimento Inteligente, que disponibiliza grande número de vídeos nas redes sociais para que as pessoas aprendam a se cuidar sem criar dependência do médico. Um trabalho lindo e eficaz, que tenho acompanhado com muito interesse e a satisfação de ver um dos meus gurus ser finalmente reconhecido em nosso país.
Outro artista da saúde é o também israelita Meir Schneider*, que nasceu praticamente cego e reconquistou a visão desenvolvendo o método Self Healing, baseado em pesquisas do norte-americano William Bates, que há um século já demonstrava a importância de exercitar os olhos para manter a saúde ocular. Eu joguei fora meus óculos de grau quando descobri os exercícios de Bates, há algumas décadas, mas foi com o método Self Healing que consegui aperfeiçoar as técnicas, pois Meir Schneider elaborou seus exercícios de forma muito científica, explicando com clareza o porquê e a técnica de cada um. E a im-paciente aqui não se contenta com pouco... rs
No Brasil, o Self Healing é representado com muita competência pela Dra. Tatiana Gebrael, que também disponibiliza muitos vídeos na Internet, de forma totalmente gratuita. Os resultados são realmente incríveis!
Entre os visionários que estão trazendo um novo conceito de saúde, estão também todos aqueles que estudam e praticam, de forma séria e consciente, tratamentos que mexem com a energia do organismo e da mente. Um livro que recomendo é Medicina Vibracional, do norte-americano Richard Gerber*.
Bom, neste capítulo mexi com assuntos polêmicos, mas, para complicar mais um pouco (rs), dê uma lida no próximo capítulo, Geração de Vida, que toca questões ainda mais delicadas, volte a ler estes últimos parágrafos e reflita comigo...
* Samuel Hahnemann - ORGANON DA ARTE DE CURAR (há outras citações a respeito do grande Hahnemann e da homeopatia, em outros capítulos.)
* Jayme Landmann - MEDICINA NÃO É SAÚDE / A ÉTICA MÉDICA SEM MÁSCARA / EVITANDO A SAÚDE E PROMOVENDO A DOENÇA (há outras citações a respeito do grande Jayme Landmann, em outros capítulos.)
* Moshe Feldenkrais - CONSCIÊNCIA PELO MOVIMENTO (há outras citações a respeito do grande Moshe Feldenkrais, em outros capítulos.)
* Meir Schneider - SAÚDE VISUAL POR TODA A VIDA (há outras citações a respeito do grande Meir Schneider, em outros capítulos.)
* Richard Gerber - MEDICINA VIBRACIONAL
(Na dúvida sobre a ordem dos capítulos deste livro, volte para o Índice.)
Este caso não me animou a fazer uma campanha de propagação das extraordinárias propriedades nutritivas e curativas do repolho - aliás divulgadas de sobra em livros e revistas naturistas. A lição que aprendi é que cada caso é um caso e que deve-se ter sempre à mão um leque de alternativas, permitindo ao próprio organismo algumas aparentes excentricidades, com bom senso e moderação.
A arte de curar ainda não chegou ao Ocidente. Aqui, dá-se ênfase à medicina como ciência (como se fosse uma ciência exata...), ao lado mais material da questão. Até a psiquiatria, que lida com a parte mais sutil do ser humano, resume-se muitas vezes ao tratamento com medicamentos químicos.
Até alguns anos atrás, a disritmia cerebral infantil era considerada um monstro que poderia causar danos irreparáveis ao organismo e era rigorosamente controlada com medicamentos fortes, até a idade adulta. Hoje acredita-se que tudo não passou de um mal-entendido e que, na maioria dos casos, a disritmia é uma mera característica física, como a cor dos cabelos e dos olhos... Este tipo de situação é frequente. Vira e mexe, uma posição comprovada cientificamente é revogada por outra que até então lhe era oposta, também em nome da ciência! Há, em tudo isso, a marca do progresso, no entanto, acredito que a saúde só poderá se tornar universal, neste planeta, quando a medicina tiver se tornado uma verdadeira arte.
A ciência é sem dúvida um componente essencial da arte de curar, mas não o único. Aliás, a palavra ciência costuma ser pronunciada pomposamente, como se fosse algo definitivo e incontestável, o que é absurdo, pois os conhecimentos que absorvemos da natureza são reelaborados pela nossa pequena inteligência e muitas vezes revogados após algumas décadas ou até séculos, por isso não podem ser considerados definitivos. Acredito que estamos inseridos em um contexto muito mais grandioso, harmonioso e perfeito do que conseguimos enxergar.
O princípio da eletricidade, por exemplo, tornou-se uma conquista duradoura. No entanto, a partir dessa descoberta, fenômenos ainda mais sutis foram observados e estudados, assim outras fontes de energia já estão pautando nossas vidas.
Ciência é, portanto, um conceito que avança com a velocidade da luz. Jayme Landmann*, em Medicina não é saúde, faz uma análise do comportamento do médico através dos tempos e nos mostra que, em geral, esse sempre foi um profissional mais preocupado com as elites do que com o povo em geral. E que sempre valorizou os sintomas, deixando a prevenção em segundo plano. Uma exceção interessante ocorreu na China antiga, onde o médico recebia periodicamente honorários de seu paciente, desde que o mantivesse com saúde. Em caso de doença, o paciente suspendia o pagamento e o médico perdia inclusive o prestígio. Tratava-se de uma espécie de seguro-saúde que dava total garantia ao cliente.
Se esse método tivesse vingado e se tornado a medicina universal, o médico seria hoje em primeiro lugar um transmissor de conhecimentos e consultor do paciente, que cedo ou tarde aprenderia a se cuidar sozinho. Com isso, a medicina como profissão não acabaria, seria porém voltada mais para a saúde do que para a doença. Mas chega de fantasia: esse método não teria mesmo vida longa, principalmente no ocidente...
O Dr. Landmann, grande cientista social da medicina, afirma que a solução para a saúde da humanidade não pode ser o transplante cardíaco para todos. Essa brilhante citação dispensa explicações. Seus livros são admiráveis pela lucidez e pela coragem de denunciar as causas primeiras da doença no mundo de hoje: a desnutrição (que nada tem a ver com peso e altura), a falta de higiene e saneamento, a poluição industrial e urbana, a vida sedentária, o estresse, o desemprego (quem diria?...) etc.
Enquanto a medicina tende a culpar o próprio indivíduo ou a família pela doença, alegando que seus problemas são congênitos, hereditários, etc., Jayme Landmann demonstra que na maioria dos casos existem causas sociais; que em cada época, em cada coletividade e grupo foram se desenvolvendo doenças típicas, depois substituídas por outras, à medida que a sociedade ia se modificando.
A coragem desse médico revolucionário é tamanha, que já na década de 70 ele apontava a medicina de grupo, no Brasil, como instrumento nas mãos das elites. O indivíduo, sentindo-se amparado por uma assistência médica cara, sofisticada e confortável, não percebe que o próprio sistema ameaça a sua saúde.
Não se trata aqui de uma acusação à integridade do médico. Apenas, faltaria a esse profissional uma consciência política, uma noção clara do tamanho do seu poder, pois desde a faculdade ele é orientado principalmente para ser um cientista de aprimorada tecnologia. Tanto que a maioria dos professores nas faculdades de medicina, segundo Landmann, são sumidades de conhecimento científico, mas poucos praticam a medicina ou se interessam pelo aspecto social da assistência médica.
Agora vem aqui os palpites da im-paciente Giulia, esta figura delirante que gosta de meter o nariz em tudo... rs Principalmente no Brasil, o estudante de medicina é em geral filho da classe dominante, caso contrário não conseguiria financiar seus longos estudos e ao mesmo tempo se sustentar. Além disso, o exercício da profissão promete ao médico uma posição econômica e social de elite, num país com enormes contrastes de classe, sendo portanto uma carreira das mais procuradas nas classes favorecidas econômica e socialmente. Um mecanismo inconsciente de autopreservação poderia impedir ao médico que abrisse os olhos para os problemas sociais que influem sobre a saúde e que evitasse lutar contra aquela mesma sociedade que o sustenta e lhe proporciona um futuro de sucesso...
Em alguns países da Europa, onde o estudo da medicina é acessível a pessoas que pertencem a classes sociais menos favorecidas e habituadas a um padrão de vida menos exigente, o médico tem mais facilidade para perceber quando está sendo manipulado pela sociedade e reage rejeitando certos esquemas propostos por laboratórios farmacêuticos ou grandes corporações.
Aproveito aqui para falar desse assunto polêmico que foi a contratação de médicos cubanos para suprir as deficiências do interior de vários estados do Brasil, para onde se recusam a ir os profissionais habituados a um padrão de vida mais exigente. O povo cubano, independentemente do regime político em vigor, que não vem ao caso julgar aqui, leva uma vida simples e voltada para o conhecimento, o que se reflete na qualidade da sua educação, em todos os níveis. A medicina cubana é sim sofisticada, mas principalmente baseada na prevenção, e é isso que a torna extremamente eficaz.
A Arte de curar é uma prática milenar que nasceu no oriente, mas já foi bastante difundida no ocidente, a partir da década de 60. Neste mundo globalizado, onde tudo tende a se misturar, temos que abrir os olhos para novos rumos. Além do brasileiro Jayme Landmann, de quem já falei bastante aqui, outros visionários tem surgido em várias partes do mundo para trazer um legado que está começando a revolucionar o conceito de saúde.
Na década de 70, o israelita Moshe Feldenkrais* desenvolveu o método chamado Consciência pelo movimento, baseado num estudo profundo do desenvolvimento da personalidade, que permite recuperar a saúde através do autoconhecimento e de movimentos simples, mas de grande eficácia. Realmente, praticar Feldenkrais é uma arte! Hoje, esse método está sendo divulgado no Brasil pela Dra. Kelly Lemos, fundadora do Movimento Inteligente, que disponibiliza grande número de vídeos nas redes sociais para que as pessoas aprendam a se cuidar sem criar dependência do médico. Um trabalho lindo e eficaz, que tenho acompanhado com muito interesse e a satisfação de ver um dos meus gurus ser finalmente reconhecido em nosso país.
Outro artista da saúde é o também israelita Meir Schneider*, que nasceu praticamente cego e reconquistou a visão desenvolvendo o método Self Healing, baseado em pesquisas do norte-americano William Bates, que há um século já demonstrava a importância de exercitar os olhos para manter a saúde ocular. Eu joguei fora meus óculos de grau quando descobri os exercícios de Bates, há algumas décadas, mas foi com o método Self Healing que consegui aperfeiçoar as técnicas, pois Meir Schneider elaborou seus exercícios de forma muito científica, explicando com clareza o porquê e a técnica de cada um. E a im-paciente aqui não se contenta com pouco... rs
No Brasil, o Self Healing é representado com muita competência pela Dra. Tatiana Gebrael, que também disponibiliza muitos vídeos na Internet, de forma totalmente gratuita. Os resultados são realmente incríveis!
Entre os visionários que estão trazendo um novo conceito de saúde, estão também todos aqueles que estudam e praticam, de forma séria e consciente, tratamentos que mexem com a energia do organismo e da mente. Um livro que recomendo é Medicina Vibracional, do norte-americano Richard Gerber*.
Bom, neste capítulo mexi com assuntos polêmicos, mas, para complicar mais um pouco (rs), dê uma lida no próximo capítulo, Geração de Vida, que toca questões ainda mais delicadas, volte a ler estes últimos parágrafos e reflita comigo...
* Samuel Hahnemann - ORGANON DA ARTE DE CURAR (há outras citações a respeito do grande Hahnemann e da homeopatia, em outros capítulos.)
* Jayme Landmann - MEDICINA NÃO É SAÚDE / A ÉTICA MÉDICA SEM MÁSCARA / EVITANDO A SAÚDE E PROMOVENDO A DOENÇA (há outras citações a respeito do grande Jayme Landmann, em outros capítulos.)
* Moshe Feldenkrais - CONSCIÊNCIA PELO MOVIMENTO (há outras citações a respeito do grande Moshe Feldenkrais, em outros capítulos.)
* Meir Schneider - SAÚDE VISUAL POR TODA A VIDA (há outras citações a respeito do grande Meir Schneider, em outros capítulos.)
* Richard Gerber - MEDICINA VIBRACIONAL
(Na dúvida sobre a ordem dos capítulos deste livro, volte para o Índice.)

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